Na Chácara Ponta Verde, casal recebeu 150 convidados com welcome drinks, referências à Itália e detalhes personalizados, após uma chuva inesperada dar lugar ao pôr do sol
Uma cruz de madeira, um caminho orgânico até o altar e o pôr do sol depois de uma tarde de chuva. Foi nesse cenário que Giovanna e Filipe celebraram o casamento, no dia 20 de junho de 2026, na Chácara Ponta Verde. Cerimônia e recepção aconteceram no mesmo endereço, diante de 150 convidados.
O casamento combinou a estética clássica desejada pela noiva com referências italianas e uma série de elementos personalizados. Mas, antes da pista quadriculada, do carrinho de Aperol e até de um after com som automotivo, foi a cerimônia que concentrou alguns dos momentos mais emocionantes do dia.
Um reencontro três anos depois
Giovanna e Filipe se conheceram durante um show dele. Naquela ocasião, a história não passou de um flerte. Depois, os dois ficaram três anos sem se encontrar ou conversar.
Foi uma amiga em comum que mudou o rumo da história ao reaproximá-los. O reencontro aconteceu e, segundo Giovanna, a partir dali os dois não se desgrudaram mais.
O pedido de casamento veio em 1º de novembro de 2024, no Hotel Rosewood. Filipe havia planejado fazê-lo em um restaurante, com flores, balões e outros detalhes preparados para a ocasião. Na hora, porém, percebeu que aquele formato não combinava com o momento.
Os planos mudaram. Ainda naquele dia, ele pediu Giovanna em casamento no hotel, quando estavam apenas os dois.
“Foi tudo lindo, espontâneo e muito especial. Fui completamente pega de surpresa”, relembra. Para ela, a mudança acabou tornando o pedido ainda mais parecido com os dois.




Welcome drinks antes do “sim”
Como todos os momentos do casamento aconteceriam na Chácara Ponta Verde, Giovanna e Filipe decidiram começar a experiência dos convidados antes mesmo da cerimônia.
Na chegada, um welcome drinks reuniu espumantes, mimosas, água de coco e canapés. Enquanto isso, a banda responsável pela cerimônia tocava uma seleção de músicas ambiente.
A proposta era evitar que os convidados simplesmente chegassem e ocupassem seus lugares. O casal queria que aquele período também fizesse parte da celebração e antecipasse a atmosfera leve e festiva pensada para o casamento.
A chuva passou e revelou o cenário da cerimônia
Um dos principais símbolos do casamento foi criado especialmente para o altar. Giovanna queria uma grande cruz de madeira, sem outros elementos que disputassem seu protagonismo. “Eu sempre soube que queria apenas ela ali: de madeira, pura e simples, mas grandiosa em tudo o que representa”, conta a noiva.
No dia do casamento, porém, o cenário planejado enfrentou um imprevisto. Choveu intensamente, surpreendendo o casal e a equipe. Segundo Giovanna, a preocupação era saber se haveria tempo para finalizar a decoração e realizar a cerimônia como imaginado.
A chuva passou. A temperatura ficou mais agradável e o céu ainda presenteou os noivos com um pôr do sol. O caminho até o altar também fugiu da configuração tradicional em linha reta. A passagem ganhou desenho orgânico, reforçando a integração com o espaço externo. Foi ali, diante da cruz, que aconteceu uma cerimônia que Giovanna descreve como um dos pontos mais emocionantes do casamento.
Para o casal, depois da apreensão causada pela chuva, aquele momento ganhou também um significado ligado à fé.










Verde, branco e referências italianas
Giovanna sempre imaginou uma decoração clássica, baseada principalmente em verde e branco. Para dar personalidade à proposta, o casal incorporou elementos associados à inspiração italiana escolhida para o casamento.
Um deles acabou se tornando uma das atrações mais comentadas pelos convidados: o carrinho de Aperol.
A referência apareceu também na pista de dança quadriculada. Assim, a estética italiana não precisou dominar toda a decoração. Surgiu em pontos específicos, convivendo com a base clássica desejada pelos noivos.
Entre os diferentes espaços, foi novamente a cerimônia que mais impressionou o casal. A combinação entre a cruz de madeira, o percurso orgânico e a paisagem depois da chuva materializou a imagem que Giovanna havia construído durante o planejamento.







Um vestido transformado até ficar com a identidade da noiva
Antes de começar a procurar o vestido, Giovanna acreditava que subiria ao altar com um modelo todo rendado e bastante marcado na silhueta, acompanhando também a inspiração italiana da celebração. A ideia mudou quando ela encontrou o vestido escolhido no Ateliê Casa Noiva, em Goiânia.
“Quando provei o meu vestido, foi amor à primeira vista”, conta. A partir do modelo minimalista, começou um processo de personalização. Luvas de renda foram acrescentadas ao visual, e o mesmo material apareceu no decote para criar continuidade.
O principal destaque, porém, ficou para o grande laço estruturado nas costas, acompanhado por uma longa cauda. O elemento era removível, permitindo que Giovanna transformasse o vestido para aproveitar a recepção com mais conforto.









Personalização até nos guardanapos
A identidade criada para o casamento apareceu também nos pequenos detalhes. Giovanna e Filipe desenvolveram uma estampa exclusiva para a celebração, bordaram seus nomes nos aventais usados pelos garçons e personalizaram os guardanapos.
No bar, a brincadeira foi ainda mais pessoal: os guardanapos traziam fatos divertidos sobre o casal, transformando objetos funcionais da festa em pequenas histórias para os convidados descobrirem.
A noite terminou sem abandonar a personalidade dos dois. Depois da programação da festa, o after ganhou som automotivo, acrescentando mais uma atmosfera à celebração.








♥ DICA DA NOIVA ♥
Não deixe que pequenos detalhes roubem a beleza do seu dia.
Seja leve e entregue 100% nas mãos de Deus.
Curta e viva muito o seu dia ao lado do seu amor e claro, não deixem a pista vazia

